Não é má vontade. É desconexão sistêmica entre promessa e execução.
Sua marca tem posicionamento claro. Seu time de vendas foi treinado. Mesmo assim, quando você ouve conversas reais, percebe:
O vendedor não fala do jeito que a marca fala. Ou pior: fala exatamente do jeito que a marca fala — mas o cliente não se conecta.
Não é má vontade.
É desconexão sistêmica entre promessa e execução.
Nossa auditoria de discurso mapeia três camadas:
Analisamos:
Pergunta-chave: O que a empresa diz que entrega?
Observamos:
Pergunta-chave: O que o time realmente diz na hora de vender?
Entrevistamos:
Pergunta-chave: O que fica na cabeça do cliente depois de interagir com você?
Ao cruzar essas três camadas, geralmente encontramos uma das seguintes desconexões:
Empresa de software prometia "transformação digital". Vendedor falava de "módulos, licenças e integrações". Cliente ouvia "complicado e caro".
Traduzir "transformação digital" em resultados concretos que o cliente reconhece ("reduzir 4h/dia de trabalho manual").
Construtora prometia "arquitetura contemporânea de alto padrão". Cliente de classe média alta queria "casa espaçosa e bem localizada". Vendedor insistia em falar de "conceito arquitetônico".
Ajustar discurso para falar de benefícios práticos (tamanho de cômodos, proximidade de escolas) antes de conceitos estéticos.
Escola prometia "formação integral do aluno". Vendedor repetia exatamente isso. Pais não entendiam o que significava na prática.
Treinar vendedores para dar exemplos concretos ("seu filho terá aulas de robótica, música e debate, além das disciplinas tradicionais").
Com base nos achados, desenhamos: