Não enviamos propostas sem entender o contexto. O primeiro passo é sempre uma conversa de 45 minutos para investigarmos juntos se faz sentido prosseguir.
Essa conversa não é comercial.
É diagnóstica.
Não precisa saber a causa. Mas precisa conseguir descrever o que está incomodando.
Exemplo:
"As vendas pararam de crescer há 6 meses e ninguém sabe por quê."
"Nosso time vende de forma muito inconsistente."
"Clientes elogiam a marca mas não fecham negócio."
O que já foi feito para resolver? Treinamentos? Mudança de processo? Novo CRM?
O que funcionou (mesmo que pouco)? O que não funcionou?
Saber o histórico nos ajuda a não repetir caminhos.
Vamos fazer perguntas sobre coisas que talvez ninguém tenha perguntado ainda. Não para julgar. Para entender.
Exemplos de perguntas que costumamos fazer:
Às vezes o problema é óbvio — mas só para quem não está imerso nele todo dia.
Se o problema não for do tipo que investigamos, vamos dizer. E, se possível, indicar quem pode ajudar melhor.
Não operamos com "vendas consultivas". Operamos com diagnósticos honestos.
Se fizer sentido prosseguir, propomos um projeto. Se não fizer, ficamos por aqui — sem ressentimentos.
Ou se preferir, envie um email direto:
[email protected]