Quando vendas estagnam sem causa aparente, significa que existe uma fricção sistêmica que os indicadores tradicionais não capturam.
Você olha para os números. Taxa de conversão: estável. Ticket médio: estável. Volume de leads: até aumentou.
Mas as vendas não crescem proporcionalmente.
Você ajusta meta. Aumenta incentivo. Revisa discurso. Por algumas semanas, parece que vai funcionar. Depois, volta ao platô.
Esse não é um problema de motivação.
É um problema de arquitetura invisível.
Nossa investigação forense busca três tipos de evidência:
Mapeamos o momento exato em que o cliente para de responder, começa a protelar ou inventa objeções genéricas.
Toda jornada de venda tem momentos de "esforço cognitivo" para o cliente. Ele precisa entender algo. Comparar opções. Justificar a decisão internamente.
Quando esse esforço é maior que o esperado, o cliente some.
Se a jornada é a mesma para todos, mas alguns vendem muito mais, o problema não é a jornada. É o que certos vendedores fazem dentro dela que outros não fazem.
Ao final da investigação, você recebe:
As intervenções variam conforme o achado, mas costumam incluir:
Importante:
Não fazemos nada antes de mostrar a evidência do por quê estamos fazendo.
Matrículas estagnadas apesar de aumento em visitas agendadas.
67% dos pais saíam da visita sem agendar próxima etapa. Motivo: a apresentação era feita para a criança, não para quem decide.
Redesenho da visita para incluir momento exclusivo com os pais, focado em expectativas educacionais (não só em tour pelas salas).
Taxa de agendamento de retorno subiu 41% em 60 dias.
Leads qualificados que pediam proposta e sumiam.
A proposta chegava por email com 12 páginas. Ninguém lia. Ninguém respondia.
Proposta passou a ser apresentada ao vivo (videochamada de 20min). Documento enviado depois virou "memória da conversa", não primeira apresentação.
Taxa de resposta a propostas foi de 23% para 61%.